1 de jun. de 2011

Realmente vale a pena apostar nas novas mídias?




Não é de hoje que as vitrines para divulgação de produtos e serviços estão mudando.
Aquele jornal impresso com milhões de assinantes ou mesmo clientes que compravam em pontos de vendas (bancas de jornais, livrarias, cafés etc) já não possui o mesmo número de “clientes”. As TVs convencionais estão diante de uma verdadeira queda livre dos seus números absolutos de audiência.
As revistas, semanais ou especializadas, já não atraem mais ninguém da nova geração (e muitos milhões das outras gerações), nem mesmo as inúmeras revistas teen que foram febre nos anos de 1990. Além dessa geração sedenta por informação, o público fiel aos periódicos semanais também vem abandonando esse veículo a cada dia.
Para resumir o ponto que eu quero chegar, os tradicionais métodos de compartilhamento de informações não funcionam mais como há 15 anos ou mais.
O público mudou, a massa mudou, a informação mudou, a velocidade mudou.
Se tudo mudou tão rapidamente nos últimos 10, 15 anos, porque é que você está mantendo a sua empresa com receitas ultrapassadas?
Mesmo que elas estejam no famoso plano do “time que está ganhando não se mexe”.

Gastar fortunas com anúncios em revistas, TV, rádio, jornais, só para aparecer, realmente funciona hoje em dia?
Será que o seu cliente não está usando outro método para ser “influenciado” a comprar ou experimentar certa marca?

Para se ter uma idéia, uma famosa rádio web (rádio na internet) de São Paulo, especializada em esportes, conta hoje com mais de 40.000 ouvintes assíduos que acompanham jogos de futebol religiosamente, jogos estes que também são transmitidos por rádios convencionais (AM e FM) e TVs.
Mas por quê? Qual a vantagem de ouvir um jogo de futebol numa rádio na internet ao vivo? FM ou TV não são melhores?

Simples, pela interatividade com os locutores, conceito de proximidade locutor-ouvinte, promoções menos polpudas porém mais abrangentes, facilidade no acesso aos programas anteriores, compartilhamento, etc.
Mas o principal é: O ouvinte tem a liberdade de escolher o que quer ouvir, isso faz com que o melhor conteúdo dê um passo a diante.
Assim, o velho formato de “empurrar goela abaixo” que rádios, TVs e até sites/portais usam vai morrer qualquer dia desses, na verdade já está agonizando na UTI.

Hoje, todas as transmissões esportivas de TVs e rádios são idênticas, alterando apenas os locutores e mais alguns detalhes, mas o formato é padrão. Engessado!
No rádio, por volta do início da tarde, há aproximadamente 50% do dial do FM com programas idênticos sobre o mesmo tema. No período da manhã também, trânsito e notícias de ontem requentadas.
Na TV, programas jornalísticos sensacionalistas no período do final de tarde, um pouco mais cedo os programas de culinária ou destinados às mulheres, programas esportivos (99% futebol) perto do meio dia, telejornais pela manhã e por aí vai.
Chega, não há opção na mídia convencional, nem adianta procurar. (Talvez seja por isso que os controles remotos dos televisores vivem apresentando problemas, não é mesmo? Aposto que algum controle seu já quebrou).

Com isso, uma avalanche de pessoas estão optando por mídia alternativas. E com não poderia deixar de ser, a internet está em todas elas.
Porque? É ampla, rápida, gratuíta e farta.
Rádios, TVs, podcasts, blogs, microblogs, redes sociais e muito mais são as principais formas de aquisição de informações e entretenimento na internet hoje.
Porém saiba, não há uma forma ideal.

Não vai adiantar você pedir para o seu pessoal de marketing criar um blog e um conta no twitter que da noite para o dia a sua empresa será a queridinha da rede.
É necessário muito trabalho, dedicação e planejamento. Mas investir boa parte do seu budget de marketins em publicidade on-line e ações on-line pode ser surpreendente, experimente!

Claro que os métodos convencionais de mídia ainda são responsáveis por um número gigantesco de público. Porém, a cada dia perdem uma fatia para as novas formas. E é claro, eles sabem disso.

Para efeito de comparação, um plano de anúncios numa emissora de rádio pequena e convencional (AM ou FM) com aproximadamente 30.000 ouvintes custa algo em torno de R$40.000,00, já o mesmo plano numa webrádio com o mesmo número de ouvintes, perceba o que afirmei, com o mesmo número de ouvintes, custa um montantes que dificilmente ultrapassará os R$5.000,00.

Onde você prefere anunciar os seus produtos?
Garanto que a exposição será a mesma, e talvez a webrádio consiga cativar mais o seu público, influenciar positivamente os seus prospecs (futuros clientes).





11 de mar. de 2011

Tão simples e tão raro!


Regras básicas para um bom atendimento virtual (via e-mail)
Mas é claro que pode ser utilizado no atendimento pessoal, via telefone, MSN, etc.

São 7 passos importantíssimos:

Saudação, precisão, concisão, segurança, educação, cordialidade e estimulo ao retorno.

- Saudação (sempre utilizar uma saudação inicial, “Olá , bom dia!”);
- Precisão (responda com o máximo de informações possíveis e jamais tente “empurrar goela abaixo” algo que o cliente não precisa);
- Concisão (seja, breve, claro e sucinto na resposta, ninguém gosta de “textos enormes com pouca informação de fato valiosa“);
- Segurança (sempre apresentar a informação de modo seguro, sem evasivas ou dúvidas “no ar”);
- Educação (jamais utilizar palavras ofensivas, gírias ou termos degradantes – mesmo com clientes/amigos de velha data);
- Cordialidade (demonstre disponibilidade e qualidade no atendimento. Mostre-se disposta a ajudar sempre);
- Estimulação ao retorno (estimule o cliente e retornar para você em caso de qualquer dúvida adicional ou mesmo em futuras compras. Ele certamente lembrará de você se for bem atendido).

Em resumo: Para você atender bem qualquer pessoa, basta iniciar a conversa ou suporte com frases típicas do tipo “Olá, bom dia!”. O importante na resposta é você ser preciso, claro e seguro nas informações que for prestar, sempre utilizando um vocabulário educado e cordial. E é claro, incentivar o cliente a retornar sempre que ele precisar.
Tente lembrar a melhor e a pior loja que você já esteve na sua vida de qualquer outro segmento (móveis, eletrônicos, roupas, etc). Seguramente o atendimento está entre os principais fatores que fez e faz com que você retorne a comprar de uma determinada loja e não de outra. Pense nisso!

24 de fev. de 2011

Não são todos que te elogiam?


Ter o seu trabalho espontâneamente reconhecido no ambiente corporativo é algo bem raro. Ainda mais se esse reconhecimento vier de seus colegas. Ai então é mais difícil do que conseguir tirar uma foto nítida do cometa Harley com uma câmera VGA de celular.
Veja o real motivo desta atitude egoísta que ronda as empresas e equipes nesta fábula abaixo:


Era uma vez um casal que tinha um filho de dez anos e um burro.
Decidiram viajar, trabalhar e conhecer o mundo.
Assim, foram os três com seu burro.
Ao passar por um povoado, todos comentaram: “Veja que menino mal educado; em cima do burro e os pobres pais, puxando as rédeas.”
Então, a mulher disse a seu marido: "Vamos permitir que essa gente fale mal do menino?"
E o marido resolveu. Tirou o menino e subiu ele no lombo do burro.
E no segundo povoado, todos murmuravam: “Veja que tipo sem vergonha; Vai bem cômodo em cima do burro enquanto a mulher e o filho vão puxando as rédeas”
Então, tomaram a decisão de colocar a mulher no lombo do burro, enquanto pai e filho puxavam as rédeas.
Ao passar pelo terceiro povoado, todos comentavam: “Pobre homem. Depois de trabalhar o dia todo, ainda tem que levar a mulher sôbre o burro! E pobre filho que espera dessa mãe!”
Entraram então em um acordo e decidiram subir os três no lombo do burro para começar novamente sua peregrinação.
Ao chegarem no povoado seguinte, todos comentavam: “São mesmo umas bestas, será que não vêm que podem quebrar a coluna do pobre animal.!”
Por último, decidiram descer os três e caminharem junto ao burro.
Porém ao passarem pelo povoado seguinte, ouviram todos sorridentes dizerem: “Vejam só estes três idiotas: caminham, quando têm um burro que poderia leva-los”

Moral da história... Sempre vão te criticar, falarão mal de você e será difícil encontrar alguém que concorde com suas atitudes.

23 de fev. de 2011

Saber "gastar" em marketing, você sabe?

Em primeiro lugar, gastar dinheiro é algo como rasgá-lo ou queimá-lo, algo bem diferente de quando investimos recursos financeiros. Todos sabemos isso, mas vivemos dizendo "gastar" para qualquer coisa.

O marketing e sua principal ferramenta, a publicidade, são os principais meios com que os empresários classificam como "gastões".
Um vez ouvi de um tio meu a seguinte frase: "Comprar bem para vender melhor".
E resolvi transformá-la em: "Gastar bem para não gastar".

Essa é a chave do sucesso de determinadas marcas. Não por acaso são normalmente as grandes e as mais ousadas em suas estratégias.

Assistam o seguinte vídeo abaixo:



É fácil perceber que, aos olhos dos mais leigos, esta ação de marketing teve um certo nível de exposição da marca, ou seja, aquele grupo que participou da experiência com os produtos e brindes seguramente espalhará a novidade e contará para o máximo de pessoas possíveis.
Mas o "pulo do gato" não está nisso, está no passo seguinte. O vídeo acima.
Este vídeo tem circulado em diversos blogs, microblogs e demais meios digitais. Assim, o número de pessoas atingidas se multiplica a cada segundo. Envolvendo-se com a simpatia da ação e toda a alegria envolvida.

Vamos a um calculo rápido.
Qualquer revista pequenas, segmentada e de pouca tiragem, atinge no máximo 12 mil pessoas a um custo de aproximadamente R$14.000,00 por veiculação.
Uma ação como a promovida pela Coca Cola, seguramente não ultrapassou o investimento de R$10.000,00 entre adaptação do caminhão e aquisição dos brindes.
E vejamos quantas pessoas foram "atingidas" pela marca:
Até o momento, 9:17 do dia 23 de fevereiro, 84.674 pessoas já assistiram o vídeo.
Isso sem contar o pessoal que participou da experiência com o caminhão no local.

Sacou a genialidade dos bons marketeiros?
Muitos enxergariam apenas a marca atingindo os envolvidos com os brindes e produtos em cortesia, mas o segredo está na repercução disso na internet.

Empresário, aprenda de uma vez por todas. A maior mídia do mundo e a mais barata é a internet. Use-a sem moderação.

29 de set. de 2010

Lições corporativas (humor)

Claro que o conteúdo a seguir é totalmente humorístico e que essas coisas não funcionam desta forma. Mas também não podemos deixar certos ensinamentos passados por essas piadinhas de lado.

Acompanhe:
Autor desconhecido

Lição corporativa Nº 1

Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele e está se enxugando. A campainha da porta toca.
Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta, a mulher desiste, se enrola na toalha e desce as escadas.
Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz:
"Eu lhe dou 800 dólares se você deixar cair esta toalha." Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua.
Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na
toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro:
Quem era?"
"Era o Bob, o vizinho da casa ao lado." - diz ela.
"Ótimo! Ele lhe deu os 800 dólares que estava me devendo?"

Moral da história:
Se você compartilha informações a tempo, pode prevenir exposições desnecessárias.


Lição corporativa Nº 2

Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo.
Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz: "Eu só posso conceder três desejos, então concederei um a cada um de vocês."
"Eu primeiro, eu primeiro", grita um dos funcionários. "Eu quero estar nas Bahamas, dirigindo um barco, sem nenhuma preocupação na vida". Puf! E ele foi.
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido: "Eu quero estar no Havaí com o amor da minha vida". Puf! Se foi.
"Agora você", diz o gênio para o gerente.
"Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço." - diz o gerente.

Moral da história:
Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.


Lição corporativa Nº 3

Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
"Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?"
O corvo responde: "Claro, porque não?"
O coelho senta no chão, embaixo da árvore, e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.

Moral da história:
Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar sentado bem no alto.


Lição corporativa Nº 4

Na África, todas as manhãs uma gazela acorda sabendo que deve conseguir correr mais do que o leão se quiser se manter viva.
Todas as manhãs, o leão acorda sabendo que deve correr mais do que a gazela se não quiser morrer de fome.

Moral da história:
Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr.


Lição corporativa No. 5

Depois de nadar vários dias, um homem foi parar em uma praia. Exausto, dormiu. No dia seguinte, ao procurar comida,
viu um jabuti em cima de uma árvore. Como sabia que esse animal não sobe em árvores, resolveu ajudá-lo.
Antes mesmo de conseguir tocar no bicho, morreu com uma flechada nas costas.


Moral da história:
Se existem jabutis onde você trabalha, não mexa neles. Afinal, alguém os colocou lá.


Lição corporativa No. 6

Um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente e por isso, desde o primeiro momento,
se procurou um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento e o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para
condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história. O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo,
fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.
Disse o juiz:
- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor; vou escrever em um pedaço de papel a palavra INOCENTE e noutro pedaço a palavra, CULPADO.
Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz. Sem que
o acusado percebesse, o juiz escreveu CULPADO nos dois pedaços de papel, de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída.
Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a vibração,
aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis, rapidamente colocou na boca e o engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
- Mas o que você fez ? E agora ? Como vamos saber qual o seu veredicto?
- É muito fácil, respondeu o homem. Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário. Imediatamente o homem foi libertado.

Moral da história:
Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar e de lutar até o último momento. SEJA CRIATIVO! QUANDO TUDO PARECER PERDIDO, OUSE!


Lição corporativa No. 7

Uma jovem estava passeando com o seu namorado, quando ouviram uns empregados

De uma construção gritarem:
- Leva ela para um motel!
O rapaz, muito envergonhado, continuou caminhando com a sua namorada e chegam a um parque onde tinha vários recrutas que gritam:
- Leva ela para um motel!
O rapaz, cada vez mais envergonhado, decide levar a namorada para casa e Despede-se:
- Até amanhã, meu AMOR!
A mulher responde-lhe:
- Até amanhã seu surdo!!!

Moral da história:
Escute e põe em prática os conselhos dos consultores externos, pois são Pessoas com experiência. Caso você não faça, a sua imagem e gestão Empresarial poderá ficar seriamente deterioradas.


Lição corporativa No. 8

Um homem, condenado a prisão perpétua por assassinato em primeiro grau, Consegue fugir depois de 15 anos na prisão. Ele entra numa casa onde dorme Um jovem casal.
O assassino amarra o homem e a mulher na cama. A seguir, cochicha no ouvido da mulher e sai do quarto. Imediatamente, o marido fala
para a esposa:
- Meu amor, este homem não vê uma mulher há anos. Eu vi como ele olha para você. Quero que você coopere com ele e faça tudo o que ele quiser.
Se ele quiser fazer sexo contigo, não o evite e finja que gosta. Por favor, as nossas vidas dependem disso!!!
A jovem esposa diz ao marido:
- Querido, eu sei disso e fico feliz por você pensar assim!
Este homem não vê uma mulher há anos, no entanto ele disse no meu ouvido que durante esses anos ele só faz sexo com outros homens e que gostou muito de ti e perguntou aonde guardamos a vaselina.
Seja forte meu amor, eu também te amo muito.
Nossas vidas dependem disso.

Moral da história:
Não estar bem informado pode trazer sérios inconvenientes. A informação
atualizada e exata é fundamental para sair com êxito do ataque de
competência desleal e assim evitar surpresas desagradáveis.


Lição corporativa No. 9

Um rapaz vai a uma farmácia e diz ao farmacêutico:
- Senhor, pode me dar uma caixa de camisinha. A minha namorada convidou-me para ir jantar esta noite na casa dela e adivinha qual será a sobremesa!?
O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia. De imediato, o rapaz volta a entrar na farmácia, dizendo:
- Senhor, é melhor me dar outra caixa, porque a irmã da minha namorada é uma boazuda, fica cruzando as pernas na minha frente e, as vezes, está sem calcinha. Acho que esta noite vou traçá-la como sobremesa, também!
O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia. De novo, volta a entrar, dizendo:
- Senhor, pensando melhor quero outra caixa de camisinha, porque a mãe da minha namorada também é muito gostosa. A velha, quando a filha não está, passa a vida a insinuar-se num modo que me deixa louco... Acho que vou traçá-la também!
Chega a hora do jantar e o rapaz está sentado à mesa com a sua namorada ao lado, a mãe e a irmã a frente. Nesse instante entra o pai da namorada e senta-se também à mesa.
O rapaz, abaixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar:
-Senhor, abençoa este alimento, damos-te graças por estes alimentos ...
Passa cinco minutos e o rapaz continua de cabeça baixa rezando: -Obrigado Senhor por este alimento, blábláblá, blábláblá, blábláblá....
Depois de dez minutos ele continua: -Abençoa Senhor este pão, blábláblá...
Passam mais de vinte minutos e o rapaz continua de cabeça baixa rezando.
Todos ficam surpreendidos e a namorada diz: -Meu amor, não sabia que era tão religioso.
E ele diz: - Também não sabia que o teu pai era farmacêutico !!!

Moral da história:
Não comente os planos estratégicos da empresa com desconhecidos, porque essa inconfidência pode destruir a sua própria organização.


Lição corporativa No. 10

O Pai diz para o filho: - Filho, quero que você se case com uma moça que eu escolhi.
O Filho responde: - Mas pai, eu quero escolher a minha mulher.
E o Pai diz: - Meu filho, ela é filha do Bill Gates.
E o Filho responde: - Bem, neste caso eu aceito.
Depois de tudo combinado com o filho o pai marca uma reunião com o Bill Gates.
E o Pai diz para o Bill Gates: - Bill, eu tenho o marido ideal para sua filha.
E o Bill Gates responde: - Mas a minha filha é muito jovem para casar.
E o Pai argumenta: - Mas esse jovem é vice-presidente do Banco Mundial.
E o Bill Gates diz: - Neste caso tudo bem.
Depois de tudo combinado com o Bill Gates o Pai vai ao Banco Mundial e pede para falar com o presidente.
E o Pai diz para o Presidente: - Sr. presidente, eu tenho um jovem que é recomendado para ser o vice-presidente do Banco Mundial.
E o presidente do Banco Mundial responde: - Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, inclusive mais do que o necessário.
E o Pai argumenta: - Mas senhor, este jovem é genro do Bill Gates.
E o presidente responde: - Neste caso ele está contratado.

Moral da história:
Não existe negociação perdida. Tudo depende da estratégia!

6 de ago. de 2010

BRANDING? BRAND?

Finalmente traduziram o famoso vídeo da Urban Influence que explica exatamente o conceito de marca.
Assista a versão com legendas:

6 de jul. de 2010

Atendimento eficiente não é utopia



Não é a toa que algumas empresas lideram os rankings de reclamações em órgãos de proteção ou apoio aos consumidores. O bom atendimento atendimento é a chave para o sucesso de qualquer negócio. Mas sabemos que a maioria dos canais de relacionamento são limitados, lentos e imprecisos. Então, como resolver isso?

Antes de tomar qualquer atitude prática, você gestor/empresário deve ter coragem para delegar responsabilidades, conceder acessos e autonomia à sua equipe.

Fato: Não é possível criar uma marca duradoura sem que o encantamento do cliente seja o único objetivo de todos os colaboradores.
Esse é o grande mandamento de uma empresa de sucesso, todos integrados, motivados, envolvidos e comprometidos. Sem possuir um canal de SAC, um helpdesk e tampouco um 0800.

Então:
Todas as pessoas são responsáveis e devem ser aptas para resolver os problemas dos clientes. A qualquer hora, por qualquer canal e o mais rápido e precisamente possível.

Haja coragem, integração, motivação e envolvimento.
Topa por isso em prática?

5 de abr. de 2010

Home office ainda é visto como uma modernidade nada funcional.

É incrível como encontramos bons textos na internet com extrema facilidade.
Encontrei esse num blog que até então desconhecia, porém o texto está em total alinhamento com o que penso sobre Home Office, acompanhem:

Home office: cultura que pesa.
http://perolasdasassessorias.wordpress.com/2010/04/04/cultura-que-pesa/

É preciso ter disciplina
Em uma das manhãs, em meio à baderna que tomou conta da cidade, trabalhei de casa. Liguei para a agência e avisei que estaria conectado. Aproveitei e mandei uma frase no twitter: “Ótimo dia para as empresas discutirem e pensarem melhor no home office como futuro nas grandes metrópoles não?”.

Para minha surpresa, essa mensagem foi replicada 18 vezes. E isso representa alguns sinais. O primeiro é que hoje os profissionais precisam ter mais liberdade de locomoção e horário. Esperam por isso. Mas esbarram ainda na cultura empresarial voltada para a presença física ou nos entraves jurídicos trabalhistas na legislação.

Algo, para mim, completamente relativo. Sempre digo que uma pessoa pode passar entre 8 e 12 horas em uma empresa sem fazer absolutamente nada. E o pior: os companheiros podem achar que estou produzindo horrores. Afinal, o que garante a produtividade? Qual a melhor forma de medi-la. Vendo o funcionário trabalhando ou acompanhando a evolução da entrega de seus projetos e jobs, do relacionamento dele com os clientes, do desenvolvimento de ideias e soluções? Isso tudo, claro, exige a presença física para reuniões, alinhamentos, entre outras definições. Mas é necessário estar fisicamente o tempo inteiro?

O segundo é a amplitude do tema. Já citei aqui sutilmente um post de Steve Rubel apontando uma lista com 10 trabalhos que podem ser realizados de qualquer lugar. Isso é de julho do ano passado. Esse número certamente cresceu. Sem contar o volume de ferramentas disponíveis que colaboram e permitem o trabalho remoto.

Outro dia mesmo participei de uma reunião virtual utilizando uma ferramenta free, que permite compartilhar até uma apresentação em ppt ou o que você estiver visualizando na sua tela com as demais pessoas penduradas na conferência (a versão gratuita tem limitação para 3 pessoas). E essa é apenas uma das tantas que estão disponíveis na web.

É bem verdade também que ainda temos sérios problemas de conectividade e instabilidade nos serviços web. Mas essa é apenas uma das pontas da questão e, óbvio, precisa ser considerada. Há, ainda, a liberação das redes privadas virtuais (VPNs), algo bastante temido pelos profissionais de tecnologia da informação. Soma-se a isso a estrutura (ou falta dela) de que dispõe o colaborador em sua casa.

A questão que fica é: será que os colaboradores já estão preparados para esta realidade? Esse modelo de trabalho remoto exige muita disciplina do profissional. A cama parece chamar o tempo inteiro. A geladeira ao lado repleta de guloseimas que podem ajudar a ganhar alguns quilos. A TV tirando a atenção rapidamente.

Ajustar-se a essa rotina não é nada fácil. Em determinados casos, isso pode ser mais prejudicial do que realmente produtivo. Ficar sozinho, isolado, não é fácil. As pessoas precisam de contato pessoal. Lembro de um período de problemas de saúde. Fiquei três meses em casa e, por vários momentos, senti muita falta daquele papo com os colegas, cafezinho, etc.

De quaquer forma, está mais do que na hora das empresas repensarem o modelo “eu quero os funcionários aqui todos os dias”. Nos Estados Unidos principalmente, o tema vem ganhando muita força. Por aqui ainda estamos engatinhando quando falamos sobre trabalho remoto. Apenas algumas multinacionais, com cultura americana, já utilizam esse recurso, citando, inclusive essa possibilidade no processo de admissão.

As organizações devem fazer alguns testes e garanto que sentiriam grande diferença na produtividade e nos resultados finais – inclusive de custos fixos. Os resultados podem ser surpreendentes. É bem provável que haja um ganho para os dois lados: a empresa reduz custos e ganha um funcionário mais produtivo. O colaboradore terá mais qualidade de vida. Sem testar, fica difícil descobrir. Mas essa é uma boa equação, não?

Ah, quase esqueci. A mídia bem que podia comprar essa “pauta” com mais empenho, não?

19 de mar. de 2010

Empresa mequetrefe contrata


Sexta-feira

VAGA:
Analista de marketing

Perfil da vaga
* Alto grau de energia e auto-motivação;
* Nível Superior Completo em escolas de primeira linha e com pós-graduação;
* Lidar com pressão;
* Foco em resultados;
* Bom nível de comunicação interpessoal;
* Disponibilidade para viagens;
* Inglês fluente.


O que realmente oferecem:

- Salário de R$2.500,00 (sendo que R$500,00 é por fora)
- Plano de saúde (que na verdade é descontado integralmente do seu salário)

- Participações e bônus (inventam alguma regra maluco onde menos de 5% dos colaboradores recebem o benefício)
- Alimentação (um restaurante no local onde cobram um valor irrisório por refeição R$3,00 e a qualidade deixa muito a desejar)


O que podemos observar neste caso:

* Alto grau de energia e auto-motivação;
Vão exigir muito mais de você do que dos outros "macacos velhos". Além de ter que se auto-motivar, pois não virá nenhum incentivo da empresa para isso.

* Nível Superior Completo em escolas de primeira linha e com pós-graduação;
Além de superior completo, exigem ser graduado em instituições de 1ª linha e para completar uma pós-graduação. Não importa em qual curso, não importa a área, não importa nada além de certificados com logotipo de faculdades ou universidades tradicionalmente caras. Para completar o bolo vem a cereja: R$2.500,00 de salário.

* Lidar com pressão;
Aqui cravam ainda mais a coisa. "Depois não venha dizer que não esta estressado ou farto"

* Foco em resultados;
Não me diga? Pensei que era uma empresa focada nos prejuízos.

* Bom nível de comunicação interpessoal;
O candidato tem que ser político, boa praça, educado, amigão, feliz e parceiro.

* Disponibilidade para viagens;
Vão te explorar enviando-te para vários lugares. no começo você vai gostar, contará para mamãe e para os amigos, depois se entediará de ficar sozinho e longe da sua casa, amigo e família. Te enviarão para hotéis duvidosos, trabalhará em jornada dobrada e não ganhará hora extra por isso.

* Inglês fluente.
Ainda tem que saber inglês. Certamente não utilizará isso em mais do que num e-mail e três ou quatro manuais por ano. Viajará só dentro do país, falando com gente estressada dentro e fora da empresa.


"Parabéns, você está contratado".
E obviamente, "Te vejo na segunda-feira".


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