28 de jun. de 2012

Só será possível atrair mais clientes oferecendo diferenciais reais.




Seja no segmento de material elétrico, matérias primas, hidráulica, pneumática, peças mecânicas, etc. O ramo industrial é seguramente o mais imaturo e até amador quando avaliamos as relações comerciais e estratégias de marketing.

Exceto para clientes fidelizados; Geralmente nas empresa menos conhecidas, os clientes chegam por intermédio de site.
É evidente que esse comportamento não faz da sua empresa a única escolha, com certeza o cliente acessará mais alguns outros sites do mesmo segmento (seus concorrentes).
Estes clientes “disparam” solicitações de cotações e, aquele que responder mais rápido e com o melhor preço ou resposta, ficará com o pedido.
Isso é quase que uma regra nos dias atuais.
Porém, na contra mão desse conceito, há outros atributos que facilitam a compra, diferenciais que ajudam o cliente a optar por uma empresa ou então comprarem por impulso.
Você sabe que o atendimento da sua empresa não é o mais rápido do mercado (devido à “caça” de informações, negociações com fornecedores, problemas de logística, entre outros), talvez até os seus preços não sejam necessariamente os menores (principalmente nos materiais cujos fornecedores você não possui uma sólida parceria), não tem o maior e mais variado estoque, não divulga benefícios como entregas sem custo, não parcela as compras para pessoa física, não esta localizado no “centro nervoso” do comércio local (por exemplo a rua Sta.Ifigênia na cidade de São Paulo, que dá ao cliente a falsa impressão do menor preço para produtos eletro-eletrônicos), etc.
Assim, a sua taxa de conversão é muito baixa. (Taxa de conversão = Número de vendas comparado a quantidade de orçamentos realizados).
Você pode até possuir bons preços para alguns itens, claro e ótimo! Mas apenas isso torna o seu negócio muito vulnerável. Ou seja, bastará algum concorrente negociar melhor com os fornecedores, repassar isso para o preço final do produto e pronto, você perderá vendas para ele sem saber.
Acredito nos seguintes perfis na maioria do clientes no ramo industrial:

- Com novos projetos (fabricantes de máquinas, instalações): São impulsionados por preços baixos, mas precisam de qualidade do produto;
- Multinacionais e estatais: Optam pela marca de maior prestígio;
- Manutenções: Preferem velocidade no atendimento e prazo de entrega imediato (os famosos casos de máquina parada);
- Autônomos: São os que precisam de facilidade no pagamento (parcelamento no cartão);
- Consumidores finais: Optam pelas lojas que oferecem suporte especializado, precisam de segurança para comprar (em alguns casos, instalação grátis);
- Revendas: Preço e prazo, só isso basta para elas.
Não podemos tratar todos os perfis de clientes como se fossem iguais.
Pensando nisso, talvez você possa oferecer alguns pontos além do preço propriamente dito:

01 – Promoção mês de junho com frete grátis. Para pedidos acima de R$ 1.000,00 dos clientes da Grande São Paulo, entrega grátis (prazo de entrega de 3 dias úteis).
02 – Pacotes de descontos, exemplo: Na compra do produto + acessório, ganhe 10% de desconto no produto.
03 – Manutenções (casos de máquinas paradas), frete único no valor de R$ 60,00 na Grande São Paulo, entrega em até 4h após confirmação do pagamento.
04 – Suporte técnico local.
05 – Entrega técnica (entrega + instalação).
Seja qual for a sua idéia, ela deve apresentar diferenciais competitivos ao mercado.
Você deve divulgar esses benefícios massivamente.
Mas jamais se acomode, os seus concorrentes também vão criar esses diferenciais e até outros melhores. O importante é usar a criatividade e inovar.

6 de jun. de 2012

Personalidade não se vende.


Será?



Você certamente já ouviu falar em “traços da personalidade”, não?
Achei na internet um texto que resume bem a coisa:
Esses “traços” são características básicas que influenciam os nossos pensamentos, sensações e principalmente nosso comportamento.
Temos como exemplos a agressividade, generosidade, desconfiança, curiosidade e a timidez.

Os cinco principais traços que nos ajudam a entender a relação entre a personalidade e o comportamento são:

- Abertura para novas experiências.
Quem tem abertura a novas experiências é em geral criativo, curioso, liberal e sempre em busca de novidades.
Quem tem baixa abertura é conservador, pragmático e convencional.


- Conscientização da relevância das tarefas.
Quem tem alta conscientização da relevância das tarefas é organizado, pontual e perseverante.
Quem tem baixa é desorganizado, negligente e preguiçoso.


- Extroversão.
Quem tem alta extroversão, é afetivo, falante, sociável e gosta de se divertir.
Quem tem baixa extroversão é reservado, quieto e tem dificuldades em expressar emoções fortes.


- Sociabilidade
Quem tem alta sociabilidade confia mais nos outros, é generoso, flexível e tolerante.
Quem tem baixa pontuação costuma ser enfezado, desconfiado e crítico em relação a outras pessoas.


- Neuroses da personalidade
E por fim, quem tem o neuroticismo elevado é ansioso, temperamental e emotivo.
Quem tem baixo neuroticismo é equilibrado, calmo e não emotivo.



Onde eu quero chegar com isso?

Se você pretende trabalhar em qualquer lugar com alguém que não seja para você mesmo; Em todo ambiente corporativo há um comando, um dono, uma diretoria ou uma presidência.
E é óbvio que muito do alto comando (CPF) é transmitido para as atitudes da empresa (CNPJ). Atitudes, posturas, ética, valores, etc.

Quanto mais os seus traços de personalidade “casarem/baterem” com os traços da empresa (ou seja, do corpo diretivo da empresa), melhor será para você.

Escolha e programe o seu novo local de trabalho ou promoção no seu atual emprego sempre pensando nisso.
Importante: Você nunca mudará uma condução empresarial, ao menos que faça parte do alto escalão (grupo de decisão). Ao mesmo tempo, é praticamente impossível mudar os seus próprios traços de personalidade; Portanto, o melhor a fazer é encontrar uma empresa que tenha alguns pontos em comum contigo.

Ah! Fuja das pesquisas típicas de melhores empresas para se trabalhar. Aquilo é marketing.

4 de jun. de 2012

Uma idéia nunca é coletiva.

 
Afirmo: O principal dificilmente pode ser feito em equipe

Sei que esse texto pode parecer individualista e egocêntrico, mas antes de criticá-lo, reflita.

Ao longo de muitos anos a maioria foi condicionada a trabalhar em equipe, obviamente a disseminação desse conceito foi responsável por muitos frutos, desde o início do sistema de cultivo agrário, aquele pré-industrial, até
as atuais megaempresas de um mundo globalizado.

Trabalhar em conjunto é sempre melhor! Mas porque é tão difícil?

Essa pressão por objetivos, metas e vitórias fazem com que muitos dos ambientes produtivos e teoricamente eficientes desperdicem enormes quantidades de esforços na busca pela integração e adoção do formato equipe, grupo, coletivo, etc.

Desta forma, desde sempre, repare que há inúmeras coisas impossíveis de serem feitas com "4 mãos" ou mais.
Ninguém é capaz de escrever um livro, criar um conceito, propor uma tese, produzir uma obra de arte, elaborar teorias, apresentar uma palestra, gerênciar um negócio, elaborar uma estratégia ou desenvolver qualquer trabalho intelectual em grupo. Não há como, definitivamente.
Claro que em todos estes desenvolvimentos, muito do trabalho é executado em grupo, principalmente no que diz respeito às referências e sequência. Mas a essência do trabalho tem uma identidade, uma linha de pensamento singular, uma origem única e individual que parte de um estímulo combinado à iniciativa; E esse jamais surgirá em todos os membros de uma equipe ao mesmo tempo.

Depois dessa iniciativa inicial, ai sim cada membro do grupo poderá contribuir com seus conhecimentos e conceitos próprios, mas a origem é sempre unica.

Uma idéia nunca surge na cabeça de mais de uma pessoa ao mesmo tempo !


 

1 de jun. de 2012

Sebo nas canelas !




Esse tema não é mais segredo para ninguém.

Muitas vezes não reparamos no comportamento dos consumidores, inclusive quando compramos.
Seja um consumidor pessoa física ou uma empresa que revenderá os produtos, é a mesma coisa.

Só adquirimos um produto ou contratamos um serviço por um desses dois motivos: Impulso ou necessidade.

A primeira forma, por impulso, é geralmente aquela estimulada e fomentada através dos benefícios que “saltam aos olhos”. É aquele tipo de compra feita porque o cliente enxergou no produto algo que ele deseja, e não necessariamente o que ele precisa.

Já a outra forma, por necessidade, é diferente. O consumidor opta por um produto ou até mesmo por uma loja pela simples conveniência oferecida, e geralmente esta é atribuída ao preço e a velocidade na apresentação de uma solução.

Não há apelo comercial, não há publicidade envolvida, não há impulsos externos, estímulos explícitos ou implícitos, nada.
Há apenas a necessidade de resolver um problema com algo que seja rápido e possua baixo custo (e obviamente que funcione). Simples assim, é direto !

Como hoje em dia os custos e as margens aplicadas são geralmente equivalentes entre os concorrentes, variando pouco de um ponto de venda para outro, o quesito “velocidade na solução” nunca esteve tão fortalecido.

Sendo assim, pergunto: Quanto tempo você é capaz de esperar por uma solução para o seu problema?

Se a sua operadora de internet deixar de funcionar, quanto tempo você é capaz de aguardar pacientemente por uma solução?
E se o seu vôo atrasar, seu celular travar, seu carro apresentar um barulho irritante, a calha do telhado da sua casa começar a gotejar, seu filho desejando um novo vídeo game te lembrando disso todos os dias, seu cachorro precisando de um banho e tosa, sua vizinha reclamando de vazamento da sua casa na casa dela, seu relógio sem bateria, seu ventilador quebrado no verão, uma dor de dente repentina, etc.

A resposta analítica é simples: Dependerá do problema, claro! (da gravidade desse problema).

Quando estamos vendendo, esse “depende” já estará julgado quando o cliente for lhe procurar, afinal, a iniciativa de encontrar uma solução já foi tomada por ele mesmo.
Ele chegou até você e está esperando uma solução, uma ajuda sua.

Desta forma, caberá a você vendedor, corresponder às expectativas do seu cliente o mais rapidamente possível.
Todos os demais pontos que envolvem um bom atendimento comercial já estão sendo feitos por toda a sua concorrência, virou obrigação.
É uma verdadeira corrida daquelas de 100 metros rasos, onde quem for o mais rápido vence.

Saia na frente, chegue na frente !

16 de mai. de 2012

Curso rápido de economia - Capital de giro.



Um viajante chega numa cidade e entra num pequeno hotel.
Na recepção, entrega duas notas de R$100,00 e pede para ver um quarto.
Enquanto o viajante inspeciona os quartos, o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de R$100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.
Este pega as duas notas e vai até um criador de suínos a quem, coincidentemente, também deve R$200,00 e quita a dívida.
O criador, por sua vez, pega também as duas notas e corre ao veterinário para liquidar uma dívida de R$200,00.
O veterinário, com a duas notas em mãos, vai até um pronstíbulo próximo quitar a dívida com uma prostituta.
Coincidentemente, a dívida era de R$200,00.
A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde às vezes levava seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações. Valor total da dívida: R$200,00.
Ela avisa ao gerente que está pagando a conta e coloca as notas em cima do balcão.

Nesse momento, o viajante retorna dos quartos, diz não ser o que esperava, pega as duas notas de volta, agradece e sai do hotel.

Ninguém ganhou ou gastou nenhum centavo, porém agora toda a cidade vive sem dívidas, com o crédito restaurado e começa a ver o futuro com confiança!

Não quero ser pessimista, mas será que não estamos vivendo num cenário desses?
 

Dica: Não queira entender economia !

28 de mar. de 2012

Visitar cliente !




Todos falam e escrevem por ai 1.001 guias, textos e até livros sobre técnicas de vendas, porém, esquecem de fornecer dicas práticas; Reparou?

Então resolvi ir direto ao assunto, apresentando as informações básicas para você realizar a sua primeira visita como vendedor externo sem receios.

Durante a sua primeira visita à uma empresa, lembre-se:

1 - Assegure-se de ter chegado no endereço correto, horário combinado e ter procurado a pessoa certa;

2 - Diante da “pessoa certa”, apresente-se de modo direto, diga o seu nome e qual empresa representa;

3 - Comece com um papo externo, ou seja, não necessariamente o assunto chave da visita (comece dizendo suas impressões positivas sobre empresa que está visitando, etc. || Evite papo clichès como: Trânsito e clima);

4 - Procure/sugira um local mais restrito para a conversa, numa sala afastada dos barulhos, uma mesa e cadeiras já bastam;

5 - Entregue seu cartão de visitas;


O que FAZER no momento da troca de cartões de visita:

- Entregue-o com as informações voltadas ao sentido de leitura do cliente.
- Ao receber, jamais guarde-o imediatamente. Deixe diante de você sobre a mesa para eventuais consultas (nome da pessoa por ex.).
-
- Com cliente japonês, mantenha-se numa distância suficiente para receber o cartão com as duas mãos sem se inclinar muito para frente.

O que NUNCA se deve fazer com os cartões de visita:

- Ficar brincando com ele na mesa ou largá-lo em qualquer lugar.
- Passar o seu cartão pela mesa de reuniões, como se fosse baralho de truco, receba-o da forma como descrevi.
-
- Escrever no verso do cartão da pessoa, tenha seu próprio bloco de notas para fazê-lo !


6 - Entregue um catálogo/prospecto da sua empresa ou algum material impresso;

7 - Passe para o “perfil da sua empresa” conforme sugestão abaixo, apresente:
- Localização (Cidade, estado, região)
- Fundação (anos de existência da empresa)
- Histórico (como começou, quais produtos/serviços foram agregados à linha no decorrer do tempo, etc)
- Constituição (constituição da empresa, quantidade de colaboradores, setores, divisões, etc)
- Evolução / crescimento (média percentual de crescimento)
- Perspectiva de crescimento (estimativa de crescimento a médio prazo)
- Áreas de atuação (mercados, principais clientes, casos de sucesso)
- Linha de produtos (portifólio de produtos ou serviços realizados)
- Diferenciais (estoque local, prazos reduzidos, preços competitivos e suporte técnico/comercial)

8 – Pergunte se tudo ficou claro e se não há alguma dúvida;

9 - Questione o cliente a fim de descobrir informações importantes para traçar um panorama do potencial dele. (quantas plantas fabris, quantos equipamentos, se costuma comprar produtos onde, como é o processo de compra, quem se envolve nesses processos [demonstre-se interessado, faça anotações], etc);

10 - Questione sutilmente sobre a possibilidade de haver pendências relacionadas ao ramo em que você atua e se não querem aproveitar a sua visita para tirar dúvidas sobre produtos ou aplicações ali mesmo no local;

11 - Agradeça, mostre-se a disposição para ajudá-lo por “multi-meios”, ou seja, telefone, e-mail, sms, etc;

12 - Pergunte se poderá retornar por telefone ou pessoalmente numa futura oportunidade para apresentar produtos específicos, amostras, etc;

Isso não é uma regra fixa, algo pode ser deixado de lado ou então novos procedimentos podem ser acrescentadas.
Importante: Nada de ficar decorando isso como um diretor faz com um roteiro de cinema ! Seja natural.

Importante:
A – Se houver oferecimento de café ou água, aceite (mesmo que não queira naquele momento). Numa primeira visita, não aceite nada além disso (jamais bebida alcoólica).
B – Se você é fumante, jamais fume no ambiente alheio, mesmo que o representante da empresa visitada o fizer e lhe deixar a vontade para tal.
C – Não use tom de voz diferente do adequado. Não fale baixo nem alto demais. Seja notado apenas pela pessoa que você visita, jamais pelo depto. inteiro.
D – Esteja preparado para buscar as informações que não as possua. Ninguém precisa saber tudo, mas é obrigação saber onde obter as respostas.
E – Estude o seu cliente antes de visitá-lo. Procure na internet o site da empresa, sites que dizem algo sobre ela, blogs, redes sociais, etc.
F – Jamais se atrase, jamais seja demorado além do necessário.
G – Capriche no visual, mas sem exageros ou discrepância (Ex.: ir de terno Armani numa mina de carvão. Exageros em acessórios e maquiagem para as mulheres).
H – Dispense gravata no ambiente industrial (chão de fábrica), pois além de destoar do ambiente, torna-se um risco à sua vida (enroscar numa máquina).
I – Atenção aos avisos fixados na empresa, sua conduta deve ser condizente com as regras da empresa visitada.
J – Sorria, seja educado, cumprimente todos (um sutil “olá” tem o mesmo impacto de um aperto de mão).
K – Você não realizará negócios na primeira visita, nem tente tocar no assunto “pedidinho”.
L – Não demonstre nenhum sentimento caso a pessoa que marcou com você não esteja disponível e peça para você voltar outro dia.
M – Em dias de verão, pense num “kit backup”...uma camisa e um desodorante guardados no carro extra podem salvar a sua imagem.
N – Faça tudo com entusiasmo, sinta satisfação em atender bem seu cliente. Só assim será um bom vendedor.
O – Não tenha medo nem receio de nada. Você está prestando ajuda ao cliente, se sua presença não fosse necessária, certamente o cliente não teria aceitado sua visita e já lhe "cortaria" no primeiro contato quando agendou com ele.

Depois disso, para as próximas visitas, a regra é básica: Só realize uma nova visita se houver algo para fazer lá. Caso contrário, não a faça !

3 de jan. de 2012

Marketing de Relacionamento...você sabe o que é isso?





Convenhamos, a coisa mais legal que existe, por exemplo, ao enviarmos um e-mail para uma loja é alguém deste estabelecimento nos retornar por meio de uma ligação telefônica para se apresentar, esclarecer possíveis dúvidas, dizer que estão dando andamento à solicitação e oferecer disposição para ajudar no que for necessário.
Certamente, diante de um atendimento desse tipo, as chances de uma negociação se tornar bem sucedida é muito maior do que as que não são realizadas dessa forma (Mas é claro que, na condição de vendedores, não vamos sair ligando para todo e qualquer possível cliente que chegar até nós, usaremos sempre o nosso sentido apurado de vendedor e nosso bom senso).

Este é um exemplo clássico de Marketing de relacionamento ou CRM - Customer Relationship Management, uma expressão em inglês que pode ser traduzida para a língua portuguesa como Gestão de Relacionamento com o Cliente.

Espalhadas por ai, temos centenas de literaturas, apostilas, cursos e mais cursos sobre este tema, porém não há muito segredo para colocar tudo isso em prática.
De uma forma resumida, para a coisa toda acontecer, basta transcendermos as expectativas dos nossos clientes.

Ou seja, encontre algum elemento que possa surpreender positivamente o seu cliente e tome a iniciativa de colocá-lo em prática, por exemplo:

O cliente tem dúvidas sobre a tensão da bobina de um contator: Ligue para ele e dê uma aula sobre contatores e bobinas.
O cliente não sabe como proceder para realizar uma devolução: Ligue para ele e explique ao máximo os detalhes desses procedimentos fiscais.
O cliente precisa de um desconto no preço: Ligue para ele e explique como o nosso preço é formado, explique como ele pode obter vantagens comprando conosco.
O cliente quer retirar o material pessoalmente conosco. Ligue para ele e agende um horário, feito isso, corra atrás para que tudo fique pronto quando ele chegar.

Para concluir:

Uma resposta mais elaborada por e-mail, uma atendimento “cara-a-cara” diferenciado, uma ligação esclarecedora, etc; Fazem com que o nosso trabalho seja reconhecido no mercado e que nos destaquemos diante da concorrência.

Agora imaginem vocês se surgisse da noite para o dia uma empresa de telefonia móvel com um serviço de qualidade, preço justo e um atendimento primoroso, o que aconteceria com o mercado de cellulares?
E TV a cabo, bancos, internet banda larga, cadeias de fast foods, pintores e pedreiros residenciais, marceneiros, mecânicos de automóveis, serviços de valet....e por ai vai.
Todos somos muito judiados por péssimos atendimentos em quase todos os segmentos comerciais, por isso qualquer atitude positiva só trará benefícios para a empresa que você atua, para a sua carreira profissional e para você como ser humano.

DICA: Procure sempre ser o melhor naquilo que você faz. Você só terá a ganhar com isso.

Aproveite que estamos no começo de 2012 e faça diferente, faça melhor !

30 de set. de 2011

Tecnologias afastando as pessoas




Muito se fala sobre os benefícios do uso das tecnologias de comunicação nas empresas.
Mas também há muitos que defendem que isso, se utilizado de maneira errada, gera péssimos resultados para a organização.
Pode parecer estranho, mas eu acredito na segunda.

Antes de você argumentar a favor do E-mail, MSN Messenger, Skype, G-Talk, Redes Sociais etc, pense no seguinte:

Porque empresas gastam fábulas com programas de integração, dinâmicas para ensinar trabalho em equipe, estimulo da sinergia e resiliência, defesa do altruísmo no ambiente de trabalho entre outras atitudes para trazer os seus colaboradores de volta o mundo real (físico)?

Sabemos que o bom profissional:

- Tem boa comunicação, sabe se expressar de forma clara e concisa/coesa.
- Possui a habilidade de organizar o seu tempo de trabalho para que nada fique de fora, nenhuma etapa, nenhuma ação.
- Descobre suas habilidades e também sonda a dos colegas; sempre propondo, mesmo que implicitamente, um sistema de contribuição mútua onde um traballha para superar a deficiência do outro.
- Possui a difícil habilidade humana de lidar com dificuldades - superar pressão - sabe superar traumas.
- Sabe repassar notícias boas e ruins. Sempre está em contato com seus clientes, chefes, colegas, etc.
- Sempre preocupado em fazer mais rápido, mais barato e com mais qualidade.
- Trabalha incansavelmente não apenas para satisfazer o cliente. O objetivo maior é transcender as expectativas do cliente, da corporação, dos colegas, etc.

Agora cá para nós, é possível tudo isso utilizando ferramentas de comunicação que não seja o tradicional cara-a-cara?

Circule por sua empresa, procure saber sobre o trabalho dos seus colegas, faça visitas aos seus clientes, conheça o mercado que você atua, compartilhe o seu conhecimento, descubra tudo sobre o seu concorrente, leia sobre novidades do seu setor, discuta e promova debates sobre temas relevantes, atualize-se o tempo todo, avalie e deixe ser avaliado.

Bons negócios.

1 de jul. de 2011

Elegância nas comunicações corporativas




Observem esses dois exemplos de e-mails a seguir:

01 ---------------------------------------------------------
Oi, bom dia
Preciso cota essas peças o mais rádpio possível.
RTGD-04
RBPWE-2

15 de cada...
Urgente ok amigo?

Valeu!
---------------------------------------------------------

02 ---------------------------------------------------------
“Olá, bom dia.
Para darmos sequência ao processo de desenvolvimento de um de nossos novos produtos, gostaríamos de receber uma cotação contendo os preços, prazos e demais informações para fornecimento dos seguintes itens abaixo relacionados:
15 itens do produto: RTGD-04
15 itens do produto: RBPWE-2

Precisamos deste retorno com certa urgência, agradecemos por seu empenho em nosso caso.

Em caso de dúvidas ou informações adicionais, contate-me

Muito obrigado.”
---------------------------------------------------------

Agora me responda; Qual é a empresa mais séria dos exemplos?

Reparou como devemos nos dedicar um pouco no momento em que redigimos um simples texto de e-mail?
Da mesma forma como você se comporta nos relacionamentos pessoais, é o modo como você deve se comunicar por vias impessoais. Com educação, cordialidade e elegância.

Ninguém costuma utilizar gírias, falar alto ou ser conciso ao máximo quando conversa de maneira séria com um fornecedor importante e igualmente sério.
Então, porque é que você tem que escrever pouco, com uma fonte (tipo de letra) de leitura ruim e grande demais, com cores berrantes, utilizando gírias e sem explicar direito o que quer? (Isso sem contar os papeis virtuais ilustrando o fundo da mensagem, os bichinhos na assinatura do e-mail, as mensagens religiosas, entre outras formas de tornar o seu e-mail profissional um e-mail para lá de amador).

Não é necessário uma linguagem totalmente formal, tampouco rebuscada ao extremo. Um texto bom, claro e direto é excelente!

Reflita, pratique e observe o resultado positivo.

17 de jun. de 2011

Fenômeno "tela-a-tela" - Cuide-se!

Produtos falham, por isso existem termos de garantia, suporte técnico, assistências técnicas credenciadas, etc.

Neste momento, 17/06/2011 às 16:59h o vídeo abaixo foi visto 794.054 vezes e 4.856 pessoas comentaram tal vídeo no próprio site de hospedagem do mesmo, o Youtube.
No twitter, o autor do vídeo é seguido por 4.092 pessoas. Milhares de comentário circularam nessa e em outras redes sociais, blog, sites, portais, webrádios, podcasts, webTVs, mídia impressa (jornais), etc.



Pergunto para você empresário:

- Dá para mensurar e imaginar o tamanho do prejuizo que a marca em questão teve apenas com este caso?

- Vale a pena oferecer um serviço de má qualidade pensando apenas num retorno imediato? (me refiro ao atendimento e não ao produto).

Com a internet, o trombone é gigantesco. Basta alguém botar a boca nele e soprar para que milhões ouçam o seu barulho e outros milhões ecoem os seus ruídos.

Pense nisso !